domingo, 19 de outubro de 2008

Resumé

Born in Tondela (Viseu), Portugal, on 9th February 1934, Gilberto Ferraz became interested in current and world affairs since is early boyhood and school days. After the classes, together with school friends and others current affairs were discussed as if it were a class on journalism. As a young boy became fascinated - and concerned - with the trials of the Nazi officers during the Nuremberg trials which he accompanied avidly. His passion for journalism became real when he moved to Lisbon and was named deputy editor of a then popular religious fortnightly, Espada do Senhor (Lord's Sword) in which he served over four years.


An Anglophile, came to England in 1965 and started working for the BBC, the then External Services, at Bush House, both in journalism and in charge of The Portuguese Language Services (Brazilian and Portuguese for Portugal and Africa) Audience Research, where he was for 30 years until his retirement. Amongst his later well known colleagues both in the Portuguese and Brazilian sections, as far as the former, names like Joaquim Letria, José Rodrigues dos Santos, just to name a few, and in the latter, the most missed wasVlado Herzog who went back to his native country and was arrested, tortured and killed by the then Brazilian Junta led by the General João Baptista de Oliveira Figueiredo on the false accusation of being a Communist Party member. His death provoked a worldwide outcry and in Brazil gave way to a new democratic country under the democratically elected President Tancredo Neves in 1985.

Apart from his normal occupation, Gilberto Ferraz was elected, first vice-chairman for six years and then chairman for four years of the Association of Broadcasting Staff (ABS), - the official Trade Union organization, then called BECTU. During that time, however, and with the BBC's permission, Gilberto Ferraz became the first London based correspondent of the then largest daily, Jornal de Notícias, after 25 April Portuguese Revolution for 27 years. Later, and over 10 years he was also correspondent of the influential TSF Radio Noticias station, which became part of the Group. He also found time to co-operate, since 1989, with dispatches and to camera reports for the Portuguese State Television, RTP which still does whenever requested. Over this time, he interviewed leading British political figures, including prime-ministers such as Sir John Major, Lord Callaghan, Tony Blair and gordon Brown as well as hundreds of well known movie stars and film makers as well as attended, on the invitation of various British governments, military and naval exercises, mostly in Germany with the BAOR and NATO.


The major highlights of his reporting and feature writing include East-Timorese/Indonesian affairs which were highly received and praised by Portuguese ministers, and also Princess Diana's death and funeral.


Meanwhile he has contributed with articles, usually on Portuguese affairs, for the specialized publications such as annuals (The Annual Register) and journals. And is always at hand to comment, again on Portuguese affairs or other Portuguese speaking countries, both for radio (BBC and others, including overseas stations), television, BBC, ITV and Sky as well as for British and overseas newspapers. The most recent one being the McCann's Case. As a long resident foreign journalist in the UK he has long been regarded as a doyen member of the foreign press corps. He his also the author of Por Terras de Sua Majestade, a book written in Portuguese where he writes about his experiences, and observations on the British life, be it social, economical as well as political.


He was often requested by the British Foreign and Commonwealth Office

to interpret and accompany important foreign governmental delegations being invited to Britain. In that capacity he assisted British, Angolan, Mozambican, Brazilian and other Portuguese speaking ministers and high government officials or leading figures. In the case of the former it lead to establishing diplomatic relations as it was the case with both Angola and Mozambique.


In 1995 he was awarded by the then Portuguese President Dr. Mário Soares, the Comenda da Ordem do Mérito (Merit Order) for “high services rendered to Journalism”.


Amongst his hobbies, reading of history, biographies, social and current affairs books, jogging, loves nature and gardening. His main concerns embrace environment, climate change, hunger, human wrights, and population displacement due to violence and war.


For contacts: gilfer@talktalk.net, gilbertoferraz09@hotmail.com;ferraz.gilberto9@googlemail.com

domingo, 14 de setembro de 2008

PORQUE ME BATO PELO VOTO DA DI´SPORA LUSITANA

Como bloguista, grato pelo espaço que generosamente a Google lhe concede, agradece a todos que até aqui têm consultado este modesto espaço, e, sobretudo a todos aqueles que amável e dedicadamente o enriquecem com os seus comentários, uns, felizmente em sua maiora concordantes e, uns pouquíssimos, discordantes. A estes, especialmente me dirijo, no recente assunto que justificou o meu aúltimo “post” APELO URGENTÍSSIMO, sobre a necessidade de se evitar a retirada da actual e enorme vantagem do voto postal do chamado “emigrante, que se vai debater na próxima sexta-feira, na Assembleia da República. Sempre que é possível agradeço individualmente. Como nem sempre é possível, faço-o deste modo Primeiramente, agradeço, a consulta do meu “post” e, segundo, a amabilidade e tempo para o comentar. Evidentemente, como democrata e concidadão, respeito a opinião do bloguista “Condebocas” ou “Figas”, que sobre este assunto e, particularmente as razões porque discorda da atribuição do voto aos chamados “Cemigrantes”. Mas, como se pode calcular, discordo com ela. Infelizmente, a chamada “Emigração”, não obstante ser a origem da segunda maior fonte de receita do nosso país, foi, é desde há longa data, confundida pelos Portugueses metropolitanos. Nâo sabendo, ou, pior ainda, preferindo confundir a “emigração” principalmente do início dos anos 60, (pois já muito antes, por razões diferentes e principalmente políticas existia. Que o digam grandes mestres da escrita e do pensamento, como Almeida Garrett, Alexandre Herculano, e, mais recentemente Paula Rego, só para mencionar um exemplo), com os pobres e, em muitos casos, Portugueses, que recorreram à então próspera economia francesa, ou até alemã, e que, devido à sua rudimentar formação, prefiriram, e deram lugar aos chamados “bidonvilles”, a partir de então , falar-se de “emigração”, a ele se refere sempre com espírito de superioridade, aliás, um dos grandes defeitos da sociedade portuguesa, a que, igualmente acrescentaria a triste e parece eterna inveja. Não caros bloguistas, há que procurar ser justo. Se a chamada “emigração”, pela sua vastidão, países diferentes, cultura e razões políticas, não se pode meter no mesmo saco, pois, como em tudo, há menos bom e até muito mau, mas como, e sobretudo, uma das grandes qualidades do povo português -e daí, a chamada “emigração” - é a qualidade de adaptação, muitos dos portugueses residentes no estrangeiro, graças às vantagens dos países de acolhimento procuraram aproveitar e beneficiar, não só dos muitos sacrifícios económicos que fizeram, mas acima de tudo das vantagens sociais e educacionais que lhes eram oferecidas.

Se não me estou a referir estrictamente em experiências pessoais, pois, como sabe, felizmente que existe uma vasta diferença, falo do que sei e tenho investigado, não como longo profissional de informação, de que me orgulho ter servido, durante 30 anos, mas acima de tudo beneficiado da escola chamada BBC, mas como membro integrante de uma comunidade, pelo menos aqui na Grã-Bretanha, que tem procurado honrar o seu país, e, embora sem a devida ajuda do governo da metrópole, tem singrado e marcado a sua presença. É, pois, esta comunidade, estes quatro milhões de Portugueses espalhados pelo mundo inteiro, que sofrem, e acompanham as venturas e tristeza do seu amado rincão, procuram engrandecê-lo. Honrando-o! E, como por ele se preocupam, mas mais, devido à sua experiência, vivência, assimilação das virtudes e vantagens do país de acolhimento, além ds suas economias, transformadas em preciosas divisas, procuram transferir e beneficiar o progresso do seu país. É por isso, que não sendo Portugueses diferentes, mas que, por uma razão ou por outra, ainda se mantêm no país de acolhimento, sem que, no entanto, deixem de manter raízes com o seu país natal, muitos com residências por enquanto de verão, mas que as construiram sempre a pensar no regresso definitivo, o direito a voto continua a ser uma importante corda umbilical e que, cortá-la, não só seria uma injustiça, mas acima de tudo, UMA TRAIÇÃO e violação democrática. Diria até mais. Só daqueles que pugnam pelo direito ao voto dos Portugueses Residentes no Estrangeiro, (PRE até nas eleições autárquicas! A razão deve-se ao facto do interesse dos cidadãos, que das suas remotas aldeias, quer do norte, Minho às Beiras, Alta e Baixa, ou de qualquer recôndito do seu amado país, por o amarem, estão empenhados no seu desenvolvimento e progresso, pelo que nele PODEM INVESTIR AINDA MAIS. É, PORTANTO, POR TUDO ISTO, QUE SE DEVE EVITAR TAMANHA TRAIÇÃO POR PARTE DE UM PARTIDO QUE OUSA ARROGAR-SE DE DEMOCRÁTICO e que está longe de o ser ao procurar retirar o VOTO POSTAL da vasta Diáspora Lusitana. Como está em risco tão dificilmente conquistado direito, com o qual originalmente, tanto o PCP como o Psdiscordavam, o apelo, URGENTE APELO, A TODO O DEMOCRATA QUE SE PREZA, AQUI FICA!



sexta-feira, 12 de setembro de 2008

APELO URGENTÍSSIMO!

Se é um dos quatro milhões de Portugueses Residentes no Estrangeiro (PRE), vulgo Emigrante, (cujo termo altamente pejurativo, se deve recusar!); se costuma VOTAR e se PREOCUPA pelo DEMOCRACIA no NOSSO PAÍS,



POR FAVOR RESPONDA IMEDIATAMENTE!!



A ASSEMBLEIA da REPÚBLICA vai considerar e debater, na próxima sexta-feira 19, às 10 horas (hora de Lisboa), a Proposta de Lei No. 502/X (PS), cujo objectivo é alterar a Lei Eleitoral, retirando o voto postal aos PRE. Embora, e infelizmente, só uma minoria dos PRE se preocupa em votar, o que é altamente lamentável, terminar este prático e importante método representa uma violação ao mais sagrado direito cívico de qualquer cidadão. Além disso, como, e muito mais importantemente, em países cuja representação consular, onde se pode votar, (o que, geralmente acontece com a maioria) devido à distância, é praticamente impossível fazê-lo, o voto postal é a forma mais simples, prática e rápida de fazê-lo. Portanto, seria impensável que a Proposta de Lei fosse passada. Mas, para evitá-lo, o que sem dúvida é UMA VERDADEIRA AMEAÇA À DEMOCRACIA, tal Proposta de Lei TEM DE SER CONTESTADA – E EVITADA!!!.

Segundo os regulamentos da Assembleia da República, a apresentação de 4000 peticionistas é suficiente para impedir tal INJUSTIÇA. Como há pouco t empo para se angariar semelhante número, PEDE-SE, URGE-SE, que todos os democratas da Diáspora, ACTUEM, E JÁ! Para o efeito, proponho que TODOS QUE SINTAM A AMEAÇA DA VIOLAÇÃO DE UM DOS SEUS MAIS SAGRADOS DIREITOS DEMOCRÁTICOS, RESPONDAM, e JÁ! Para isso, basta, simplesmente, mandar: NOME, MORADA, PAÍS (e número de eleitor, se possível), para o meu e-mail ferraz.gilberto9@googlemail.com


TODAS AS PARTICIPAÇÕES E ENDEREÇOS SERÃO TRATADOS COM A MÁXIMA CONFIDENCIALIDADE E APAGADAS DEPOIS DA SUA APRESENTAÇÃO Á ASSEMBLEIA.


Além de ser urgente a sua colaboração, é importante que informe e encorage os seus amigos e contactos a aderir a TÃO IMPORTANTE INICIATIVA!


Para mais informações sobre o assunto, envie a sua consulta a gilfer@onetel.com